Confira na íntegra, matéria postada no site do PSDB.
Data: 27/03/2008
Araújo: PSDB quer votar reforma tributária na quarta
CCJ deve votar na quarta proposta de reforma tributária
Brasília (27 de março) – O presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), agendou para a próxima quarta-feira a votação do parecer do deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ) à reforma tributária (PEC 233/08). Por acordo, a discussão será iniciada em sessão extraordinária às 9 horas e deve continuar por todo o dia, com interrupção apenas para a Ordem do Dia do Plenário, marcada para as 16 horas.
PEDIDO DE VISTA
O relatório de Picciani foi apresentado aos integrantes da CCJ na manhã de hoje. Após a leitura do documento, partidos da base e da oposição, entre eles o PSDB, decidiram pedir vista do texto. O 1º vice-líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE), anunciou que o partido deseja votar o relatório na próxima quarta-feira. Segundo o tucano, também serão apresentados destaques em separado ao parecer.
Em entrevista à TV Câmara, Araújo mostrou preocupação com as alterações feitas por Picciani na proposta original enviada pelo Palácio do Planalto. Segundo ele, as discussões referentes ao mérito do texto não devem ser travadas na CCJ, mas, posteriormente, em uma comissão especial criada especificamente para debater o conteúdo da matéria. “Precisamos respeitar a liturgia da Câmara e evitar que a discussão sobre o mérito seja antecipada na CCJ. Temos de nos ater ao julgamento sobre a admissibilidade da proposta”, afirmou.
O tucano também informou que a intenção do PSDB não é politizar o debate sobre a reforma tributária, mas sim contribuir para que o texto final contenha as mudanças necessárias para reduzir a carga fiscal de forma a melhorar a vida do contribuinte. “Queremos uma reforma do Estado e não de governo. Esperamos que o Planalto e sua base abram espaço para um amplo debate e permitam o aperfeiçoamento da matéria”, disse.
Já o deputado Alfredo Kaefer (PR) defende a participação da oposição na comissão especial que debaterá o projeto. O tucano disse que está receoso com o posicionamento do governo, que pretende indicar presidente e relator no colegiado. “Ao deixar a oposição totalmente de fora, nós teremos que deixar o governo produzir isso que eles chamam de reforma tributária, mas que, a nosso ver, contém apenas interesses do governo”, avaliou.
Fonte: Agência Tucana com informações da Agência Câmara
Coloque esse link no seu blog, site, twitter ou orkut!
Coloque no seu Twitter esse post!
Receba no Email
Receba no Email atualizções do site!
Adicione no Orkut
Entre na nossa comunidade!
Assine no RSS
Assine e receba o RSS Feed!
Baixe em PDF essa notícia.
Envie por e-mail para um amigo!