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A verdade sobre nossas cidades

  • Equipe Bruno Araújo
  • 21 de mai. de 2025
  • 1 min de leitura

Folha de S. Paulo – Artigo (11/09/2016) Por Bruno Araújo





O Ministério das Cidades trata de questões sagradas para a vida das pessoas. Cuida das moradias das famílias mais pobres, dos percursos de ida e volta em direção ao trabalho e ao lazer, das indispensáveis obras de saneamento, das leis de trânsito, das políticas urbanas.

Um dos órgãos públicos mais próximos ao cotidiano dos brasileiros, está diretamente relacionado à promoção da justiça social.

A responsabilidade do titular da pasta é imensa em vista da condição de penúria financeira que atingiu todo o Estado brasileiro, agravada pela falta de governança.

Tomamos posse há cerca de quatro meses com a missão de enfrentar os desafios e prestar um melhor serviço aos brasileiros, conforme determinou o presidente Michel Temer. Um árduo e longo processo de recuperação já foi iniciado.

Diante de tantas tarefas a cumprir, chega a ser chocante a condição deixada pelo ministério do governo afastado. Com limite de orçamento de R$ 8 bilhões para 2016, a pasta tinha, nada menos, do que R$ 66,6 bilhões em compromissos a cumprir.

Apenas na área de mobilidade urbana seriam necessários 71 anos para honrar todos os acordos firmados pela gestão da ex-presidente. Foram convênios, termos de compromisso, projetos e obras sem quaisquer lastros financeiros. Pareciam atuar como se a sociedade brasileira não tivesse limite de recursos.

O Minha Casa, Minha Vida merece uma atenção especial. Em 2013, foram contratadas 399 mil unidades do programa na faixa 1, que atende famílias com até R$ 1.800 de renda. Em 2015, o número de contratadas caiu para 1.188. Neste ano, quando tomamos posse, a quantidade de contratações era zero.

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